Sou da teoria de que o Facebook é a prova banal da amplificação de uma doença chamada Esquizofrenia.
Tudo isso se deve pelo simples fato de, no facebook, ser possível levar a vida que se bem entende. Lógico, quem sabe o que é e não é verdade naquela merda? No facebook as pessoas criam uma campanha publicitária de si próprias e, com o passar do tempo, acreditam na própria farsa que criaram.
A vida das pessoas parece que virou uma propaganda de margarina.
Mas existem exceções...ou não...
Esses dias conecto bem cedo, antes de começar o dia e me deparo com um milagre. Dentro de toda aquela indundação de coisas sem valor e utilidade, uma "amiga"minha do face publicou um texto muito interessante. O texto tinha uma estética bem adolescente (o que estava de acordo com a faixa etária da autora). Era simples, usava exemplos banais, MAS, levantava um tema interessante sobre a relação entre maturidade e desapego a certos "bens " materiais.
Analisando relativamente (ou seja levando em conta classe social, idade e a própria coragem em publicar pensamentos tão íntimos) decidi escrever para ela uma mensagem parabenizando-a.
Qual é a minha surpresa quando a moça me responde que na verdade o texto não era dela, a autora do desabafo era (COMO NÃO FUI CAPAZ DE PERCEBER!?!?!?!?!) a Martha Medeiros...
"Puta que pairu", pensei imediatamente.
"Vou te cagar a pau sua mangolona".
No entanto, imediatamente, me desculpei e reconheci que o grande problema não era a guria. Com ela estava tudo ok.
O Facebook continuará vomitando suas porcarias (com raras excessões), porém, até as raras excessões podem ser enganosas.
Afinal, o engodo está na excência do Facebook.
Mas o mais tragicômico de tudo é se dar conta que o maior jornal do estado tem como colunista MUITO BEM CONCEITUADA uma mulher que não consegue ultrapassar o argumento de um adolescente ao escrever...
Mas daí é outra história.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Assinar:
Comentários (Atom)
